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Segunda-feira, Janeiro 31, 2005
TOP 5 FILMES QUE PRECISO VER IMEDIATAMENTE
_Lugares Comuns
_Minha Vida Sem Mim
_Nossa Música
_Sobre Cafés e Cigarros
_The Brown Bunny
que venha o carnaval...
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ju em 10:33 PM |
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CANTIGA
Não era pouco
Não se acabou
Mas o coração [que nem de vidro era]
Se quebrou do mesmo jeito
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ju em 10:33 PM |
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PATIFE
Olha eu aqui!
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ju em 1:39 PM |
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Quinta-feira, Janeiro 27, 2005
A DESVAIRADA DE VOLTA À PAULICÉIA: NOTÍCIAS DO FRONT
_ E aí eu consegui meu primeiro trabalho na paulicéia. Quem tava torcendo a favor pode comemorar, porque agora eu faço parte da equipe de scouters da Young Models. E é só o começo. [o site da agência ta sendo reformulado, quando ficar pronto eu mostro].
_ E enfim eu vou estudar na Belas Artes: curso de extensão em Direção de Arte e Diagramação. Daqui a quatro meses vou estar fazendo capas de livros e discos por aí, e quem sabe até a arte de uma revista bacana [né, Dré?]. E que venha a seleção da USP, porque além disso eu quero ser urbanista.
_ Modéstia à parte, minha aventura pelas artes culinárias vai muito bem, obrigado: já sou a rainha da couve gratinada e da batida de sorvete de maracujá, e pro purê de batatas ficar perfeito só faltou um espremedor de batatas descente [orgulhosa mãe?].
_ Minha próxima aventura na paulicéia: campeonato paulista [ né, Danilo?].
_ Ta frio. Muito frio, na verdade. Meu nariz tem reclamado. E o Igor tem razão: sentar na privada gelada é muito ruim [e olha que estamos no verão, hein].
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ju em 11:59 PM |
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LA VALSE D'AMELIE
"[...]E aí eu acordei, depois de uma noite inteira de insônia, com uma espécie de resolução na cabeça. A insônia não era por causa da tal resolução. Era uma insônia estranha, especialmente levando-se em conta a minha inclinação para o adjetivo "dorminhoca". Mas foi uma noite de insônia e quando eu vi lá estava o dia; não o sol, mas o dia. E a resolução também. Que dizer, não a resolução, mas os efeitos dela. Foi como se tudo estivesse claro, embora eu não soubesse bem porque. Não, não. A palavra não é "claro", porque na verdade nada tinha sido explicado ou coisa assim. Talvez "simples" seja uma palavra melhor. Não, não. Melhor dizer que não incomodava mais. É isso: alguma coisa estava incomodando, então eu tive uma noite de insônia, e veio o dia, e eu dormi e quando acordei não incomodava mais...ainda não estou satisfeita. Quero dizer, não é bem que não incomodasse mais. Mas, bem, você já deve ter entendido o que eu quis dizer. Nunca fui muito boa com as palavras; não sei nem mesmo explicar qual foi a resolução: não conheço palavras o bastante. Mas aí, depois que eu acordei, de algum modo tudo parecia um pouco melhor. Mas por que? Eu não sei. Não aconteceu nada de fato, e eu nem sou adepta do "não tem remédio remediado está". Mas enfim, que alguma coisa mudou, mudou. E eu me sinto mais tranqüila. Sabe como é: eu quero virar borboleta."
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ju em 11:58 PM |
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HAPPY
"O sono profundo era sentido em seus dedos da mão, que ficaram ali, caídos, do modo como ele os deixara depois de tê-los segurado e sacudido. Quando Eguchi puxou seu próprio travesseiro, sobre o qual apoiava ao cotovelo , a mão da garota deslizou e caiu da borda. Eguchi contemplou-a e murmurou: _É como se estivesse viva. Não havia a menor dúvida de que ela estava viva, e dissera aquilo por achá-la realmente encantadora, mas depois que proferira aquelas palavras, sentiu sua ressonância sinistra. Para a garota, que tinha sido adormecida sem nada saber, embora o curso de sua vida não tivesse sido suspenso , não estariam aquelas horas perdidas para sempre? Não estaria ela perdida na profundidade de um abismo sem fim? (...)"
A Casa das Belas Adormecidas, Yasunari Kawabata, página 18.
[obrigada por me fazer feliz]
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ju em 8:31 AM |
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Quarta-feira, Janeiro 26, 2005
OSCAR
A premiação acontece dia 27.02.
No ar, os indicados.
Façam suas apostas.
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ju em 11:06 AM |
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Segunda-feira, Janeiro 24, 2005
MAKE ME HAPPY
Tem aqui ó.
Mande entregar na r. humberto I, 768|apt.24 - Vila Mariana, 04018-032, sp.
Escreva uma dedicatória legal.
Feche os olhos e imagine o meu largo sorriso de agradecimento.
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ju em 12:04 AM |
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Sábado, Janeiro 22, 2005
MÃO DUPLA
Me leva no parque num domingo de sol pra andar de bicicleta? Me ensina a andar de bicicleta? Eu não me importo de cair se você prometer assoprar os machucados. Me liga antes de dormir? Só pra dizer boa noite e desejar bons sonhos. Me beija? Na boca, na testa, na nuca, na mão. Me beija muito e com vontade, sem abrir o olho pra espiar a tv? Me beija no meio da rua? No metrô? No sinal fechado? Na cena chata no cinema? Me conquista? Todo dia um pouquinho? Eu não me importo que seja com coisas pequenas; flores roubadas, bilhetinhos no espelho, carinho sem hora ou galanteios no meio da tarde. Não me importo que seja com coisas pequenas, desde que seja especial, com um significado único. Mas me conquista? Me conta coisas de você. Me fala? Mas me fala a verdade. Sem mentir ou omitir, que nenhum dos dois poupa nada; corrói. Me ajuda a confiar? Me olha nos olhos. Me mostra que eu sou especial, se eu for. E me deixa ir embora se eu não for. Mas me mostra? Não precisa ser com palavras. Mas usa as palavras se precisar. Me olha nos olhos. Me faz surpresas boas. Presta atenção? Vem comigo na minha festa? Me mostra pro seu mundo. Não ri quando for sério; quase sempre é. Eu aviso quando não for. Não é drama ou grosseria; são só meus sentimentos. É só essa vontade que eu tenho que seja de verdade. Eu não quero o "mais ou menos". Seja de verdade. Ah! Seja? Porque eu preciso de segurança. E aí, segura, eu te levo no parque num domingo de sol, pra andar de bicicleta, e a gente ri junto do que não é sério. Te ligo antes de dormir, pra dizer boa noite e desejar bons sonhos; te beijo muito, com vontade, sem abrir o olho [não me interessa a tv], na boca, na testa, na nuca, na mão, no meio da rua, no sinal fechado, no metrô, na cena chata no cinema. Te conquisto; todo dia um pouquinho. Com coisas pequenas e coisas grandes; brigadeiro de colher, bilhetinhos no espelho, galanteios no meio da tarde. Lavo a sua louça! Te faço sentir especial; você é. E te conto coisas de mim. Te falo a verdade. Sem mentir ou omitir, que nenhum dos dois poupa nada; corrói. Te ajudo a confiar. Confia? Te olho nos olhos. E te mostro sorrindo pro meu mundo.
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ju em 8:17 PM |
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Sexta-feira, Janeiro 21, 2005
DAS DORES
Os olhos lhe doíam. A cabeça também. Talvez anunciando uma crise de sinusite; talvez resultado das duas horas chorosas esperando. Tinha bolhas nos pés. Um calo de sangue no calcanhar. Mas o que lhe doía mesmo era o cotovelo. E o coração, prestes a se espatifar.
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ju em 9:09 AM |
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Segunda-feira, Janeiro 17, 2005
RAPIDINHAS
:A nova micro-série global Hoje É Dia De Maria é a coisa mais bonita que já apareceu na televisão brasileira. Mais bonita até que Fábio Assunção como Mezenguinha em O Rei Do Gado. E todos os homens do mundo deviam tocar suas mulheres como Rodrigo Santoro toca Letícia Sabatella. Ah! Deviam sim.
:O SPFW começa na quarta-feira, aqui no Espaço Bienal, no Ibirapuera, bem do ladinho da minha casa. Aceita-se convites para os desfiles. Planos infalíveis para enganar a segurança também servem. Oportunidades para trabalhar nos bastidores serão retribuídas com gratidão e servidão eternas.
:Eu não tenho nada contra o sexo feminino. Tem gente inclusive que acha que eu sou feminista. Mas toda moça fina devia ter amigos homens para lhe ensinarem umas verdades sobre a vida. Amigos assim como os meus, que são maravilhosos mesmo quando somem pela paulicéia sem dar nenhuma notícia, e ainda põem a culpa em mim, que sou uma pobre pessoa com o telefone cortado [indireta? Ahn? O que?...claro que não, Danilo e André, imagina...].
:Sim, agora eu gosto de The Libertines. Agradecimentos: Margareht Maggi.
:Eu quero furar o nariz. E também sair pra dançar e um banho de cachoeira, por favor.
:Eu sou um bicho esquisito. E confusa fico pior. E também sou chata e out-fashion. E tenho dito e pronto.
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ju em 9:40 AM |
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AS VEZES DE ALICE A.
Parágrafo 5: A Moça E Seus Problemas.
Foi quando ele revirou os olhos pela ducentésima septuagésima quinta vez, proferido baixo e pausadamente as palavras "ai", "não", "faz" e "drama" [com uma vírgula exclamativa bem ali depois do "ai"], que Alice ouviu o "crack". Baixinho, mas ouviu. E como não era a primeira vez não pode precisar no exato momento se era só mais uma rachadura chegando, ou se eram todas as rachaduras presentes se dando as mãos um momento antes de tudo se partir. E nesse mesmo exato momento tudo quanto pode pensar foi que não entendia as pessoas. E então, seguindo o pensamento, o pavor: se não entedia como podia esperar que fosse entendida? E se não era entendida, oh céus, oh céus...estaria tudo perdido?
Freud explicaria que a culpa era do pai. O adotivo, visto que a mãe morreu de parto e do verdadeiro nunca mais se teve notícias até o momento [vide parágrafo 3]. Todo aquele amor, aonde já se viu? O pai sempre entendia. Entendia quando ela riscava as paredes, quando não queria tomar banho, quando dizia que amava sem abrir a boca, quando chorava baixinho de tristeza. O pai ensinou a não mentir[a não ser para o chefe ao telefone, e mesmo assim só quando se precisava desesperadamente de uma tarde de sábado de folga]. O pai lhe incutiu na cabeça a palavra reciprocidade. O pai lhe fazia sentir especial. O pai a tornou atrevida porque sempre dizia sorrindo, mas sério, que ela podia sim ser domadora de circo, ou astronauta, ou motorista de foguete e fusca verde. Tudo culpa do pai, que sempre acostumou muito mal essa menina, Freud diria.
Mas Alice A. achava que Freud era um velho louco e tarado que precisava apenas justificar a si próprio, então ela preferia ler o dicionário pra ver se entendia alguma coisa pela estrada a fora. Mas no dicionário só palavras. E as palavras o vento buliçoso sempre vinha pra levar. Então restavam as pessoas e suas atitudes. E Alice A. já mal podia entender a si mesma.
Essa é uma obra de ficção.
Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais terá sido pura licença poética.
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ju em 9:37 AM |
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Quinta-feira, Janeiro 13, 2005
O DIABO NA RUA NO MEIO DO REDEMOINHO
"O senhor...Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas -- mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam."
João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas, página 15
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ju em 10:59 AM |
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Segunda-feira, Janeiro 10, 2005
A DESVAIRADA DE VOLTA À PAULICÉIA
Eu queria encontrar as palavras certas pra contar bem direitinho como é bom andar na tarde de um dia meio chuvoso por uma cidade que você já adora, com um saquinho de cerejas frescas na mão; achar os adjetivos pra explicar a sensação de se ter a oportunidade de fazer, ver e aprender as coisas que você gosta; fazer entender porque um simples passeio por uma avenida super movimentada em pleno domingo pode ser tão empolgante, e porque um menino de olhos grandes e brilhantes e que vende casas de bonecas e rodas-gigantes de madeira em cima de um fusca vermelho no meio da Paulista é o filho que eu quero ter.
Mas eu só encontro aqui sorrisos e satisfação.
Sim, eu estou de volta.
Sim, eu estou feliz.
E eu estou apenas começando.
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ju em 12:34 PM |
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Terça-feira, Janeiro 04, 2005
SOBRE A DESPEDIDA
Se houvesse uma festa de despedida a produção estaria a cargo de Karine Tito. Seria ao ar livre com almofadas pelo chão. O traje seria como em Luna Clara & Apolo 11: bonito. Os convidados talvez nem fossem tantos, mas seriam os especiais. Na primeira metade da festa Dj Dinelson tomaria conta da música, quem sabe com participação especialíssima de Dj Francisco [que obrigatoriamente tocaria Ben Jor, em homenagem a tantas coisas]. Na segunda metade o Incrível Hulk faria todo mundo dançar com o seu Roque Moreira, e depois a Devotchka tocaria o meu repertório favorito, e então, sem que ele pedisse, eu deixaria o meu querido Pumpkim fechar a festa, se passando por dj e tocando as suas descobertas incríveis. Eu vestiria uma camiseta cheia de mensagens subliminares, onde estaria escrito apenas ¿Ju¿. E haveria distribuição de pirulitos de hora em hora. Minha amiga Kátia e meu amigo Oswaldo revezariam nas fotos. Pedro Vitor coordenaria o bar com seus drinks exóticos. Ao invés de comida, chocolates espalhados em baldes. E mesmo assim minha tia Graça provavelmente iria querer fazer um bolo. E lá estariam meus primos e meus amigos, tantos e tão queridos. E nos divertiríamos contando histórias, dançando e enchendo a cara de chocolate e tanjirosca [ou cajarosca, o canelosca, ou pessegorosca, ou sei lá o que mais inventassem] até o dia amanhecer. E aí, dia claro, pros sobreviventes, o Regis faria o café.
Mas sabe como é...eu odeio despedidas.
P.s.: Pessoas de Teresina eu estou indo; mas não esqueçam que já inventaram os correios, a telefonia, a internet e até mesmo o sistema de comentários em flogs e blogs. Não vão se perder por aí.
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ju em 2:22 PM |
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O FABULOSO DESTINO
Confissão: é frágil o meu coração.
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ju em 2:21 PM |
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Sábado, Janeiro 01, 2005
O ÚLTIMO DE 2004
[ou seria o primeiro de 2005?]
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ju em 6:56 PM |
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EM 2005 EU VOU...
01. Mudar pra São Paulo
02. Arrumar um emprego
03. Começar um mestrado |ou uma especialização|
04. Continuar o inglês
05. Começar o francês
06. Cuidar do coração
07. Cuidar da saúde
08. Cozinhar
09. Comprar |pelo menos| um livro por mês
10. Escrever |pelo menos| uma página por dia
11. Aprender tudo o que for possível
12. Melhorar
"tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo"
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ju em 6:47 PM |
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VIRADA
E então o meu reveillon foi animadíssimo, com direito a presenças ilustres como Mary Poppins, Tony Manero e três drag queens m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s que chegaram num ônibus cor de rosa, causando frisson na vizinhança. Já pensou se a moda pega?
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ju em 6:46 PM |
din don:
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